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Aumenta o cerco ao agrotóxico fora da lei

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ImprimirReportar erroTags:agrotóxicos, são, autoridades, toneladas, ilegais, período, lei e polícias294 palavras5 min. para ler

As polícias brasileiras e autoridades fronteiriças apreenderam 55 toneladas de agrotóxicos ilegais no período de janeiro a dezembro de 2011
Jornal Diário do Comércio

As polícias brasileiras e autoridades fronteiriças apreenderam 55 toneladas de agrotóxicos ilegais no período de janeiro a dezembro de 2011, um aumento de 73% em relação ao mesmo período de 2010, quando o acumulado totalizava 32 toneladas. Apreensões representativas de produtos falsificados e contrabandeados foram registradas nos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Paraná e Goiás.

Das apreensões realizadas, 40% foram correspondentes a produtos falsificados, ante 60% contrabandeados. No mesmo período de 2010, os mesmos dados atingiam 5% e 95%, respectivamente.

De acordo com a Campanha Nacional contra os Agrotóxicos Ilegais, liderada por órgãos representativos do setor, o aumento das apreensões encontra respaldo na ampliação das ações de repressão capitaneadas pelas polícias estaduais, Polícia Federal, ministério e secretarias de Agricultura, Ibama e Receita Federal, entre outros órgãos.

No acumulado da campanha, que teve início em 2001, os dados são os seguintes: cerca de 450 toneladas apreendidas e 311 incineradas; 824 suspeitos detidos e 38 condenações.

Os delitos de produção, transporte, compra, venda e utilização de agrotóxico contrabandeado ou pirateado são considerados crimes de sonegação, contrabando e descaminho e também enquadrados na Lei dos Crimes Ambientais (Lei 9605, de 12 de fevereiro de 1988) e na Lei dos Agrotóxicos (Lei 7.802/89).

Disque-denúncia - A campanha contra os agrotóxicos ilegais mantém um serviço Disque-Denúncia, criado para dar suporte à ação das autoridades, que já recebeu mais de 16 mil chamadas. O número é 0800-940-7030, e a ligação, grátis. As denúncias são repassadas diretamente às autoridades policiais. O DD não utiliza identificadores de chamada e não solicita ao denunciante que se identifique - a denúncia é anônima. As informações são do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Agrícola.

Fonte:/Jornal Diário do Comércio